Tribo do C.I.

Só mais um blog de informática (só que não)

FULLSTACK API – Ou o que aprendi com o MEAN.

junho 11th, 2015

Muito se ouve falar de API’s, e termos como API First, ou Offline API. É um conceito muito bacana, do qual não vou entrar em detalhes aqui pois basta você pesquisar um pouco e achará centenas de artigos falando sobre isso, em Portuguêsem Inglês, ou qualquer outra língua. Não só porque tem muito material já disponível, mas porque esse material disponível já descreve muito bem sobre isso, então eu só quero detalhar um pouco do que eu aprendi, sabendo que talvez não acrescentará em nada, mas pode ajudar quem esteja começando, assim como eu.

Eu sou uma pessoa que estuda pouco, porém sobre muitas coisas, e só entro em mais detalhes quando preciso. Então muita gente me acha inteligente, mas sou apenas curioso, e foi assim que, há um tempo atrás eu precisei/quis aprender NodeJS e AngularJS. Foi quando eu descobri a STACK (conjunto de tecnologias para se desenvolver determinada solução) MEAN (MongoDB, ExpressJS, AngularJS e NodeJS).

Esse termo (MEAN) é muito conhecido, basta você “googlar” e verás. Mas o que está por trás dessa ideia, eu (e creio que todo mundo que estudou o MEAN) descobri rapidinho: trabalhar com API. Mas que diabos é trabalhar com API? Também não vou entrar em detalhes, mas basicamente, nesse contexto que estamos inseridos, ao trabalhar com API, você cria um conjunto de rotinas/funções/métodos padrão, e isso vai ser o núcleo (core) do seu sistema. A partir de então, você desenvolve um elo entre o usuário e o core do seu sistema, esse elo é chamado de Cliente. Se sua API está online (de novo, no contexto desse artigo, presumiremos que sim), então você pode fazer vários tipos de clientes para acessá-la, como, cliente web, para Android, iOS, para Windows, Linux etc.

api first

Esse negócio de se trabalhar com API começou com grandes softwares. Eu vi, pela primeira vez, em redes sociais, como Twitter e Facebook. Isso foi testado e aprovado por programadores, que foram passando essa experiência ao longo dos anos e hoje em dia é uma tendência altíssima trabalhar dessa forma. Sendo assim, vamos somente recapitular, alguns benefícios de se construir o seu software no formato API:

  • Multiplataforma: também pode ser entendido como generalismo. É muito mais fácil criar uma versão de seu software para uma outra plataforma, pois o core do seu software já está pronto, de forma genérica, basta criar o cliente na plataforma desejada, para conversar com ele.
  • Consistência: Existe um padrão, único, no seu software, e todos os objetos e a arquitetura do seu software já estão bem definidos.
  • Modularidade: É muito mais fácil dividir seu software em módulos, ou em níveis de acesso, e distribuir essa divisão entre os clientes, pois você praticamente alterará somente um lugar

Voltando ao MEAN, você acha facilmente artigos para aprender essas tecnologias, eu particularmente gosto desse artigo da Caelum. Mas se você parar para pensar, o que é o MEAN?

  1. Um banco de dados (MongoDB)
  2. Uma biblioteca para obtenção, tratamento, roteamento etc, das requisições dos clientes (ExpressJS)
  3. Uma biblioteca para se construir seu cliente, nesse caso, web (AngularJS)
  4. Um servidor web (NodeJS)

Então porque o MEAN ficou tão famoso? Pelo fato de que, ao se trabalhar com qualquer uma dessas tecnologias, você só precisa ter conhecimento JavaScript, pois tudo o que mencionei é baseado nessa linguagem. Mas para trabalhar com API, não necessariamente você precisa pegar uma STACK pronta, você pode adaptar o que você já está acostumado à ideia de API.

Pensando nisso, eu peguei as tecnologias mais comuns (LAMP – Linux, Apache, MySQL e PHP) e adaptei à ideia de API. Transcrevendo a ideia do MEAN, o Apache preenche o item 4, o PHP preenche o item 2, o MySQL preenche o item 1 e o item 3 pode ser preenchido por qualquer biblioteca cliente que você quiser, inclusive o próprio AngularJS. Então meu MEAN virou um MPAA (MySQLPHPAngularJS, Apache).

Nessa ideia, eu criei uma webapp que faz a mesma coisa que o exemplo do artigo da Caelum, e disponibilizei para qualquer um poder estudar e aprimorar a ideia. Segue os links:

  1. Exemplo de aplicativo usando MEAN;
  2. Exemplo de aplicativo usando MPAA;

Espero que esses links possam ajudá-lo nos seus estudos.

 

Sencha: ExtJS 6 Beta Lançado

maio 27th, 2015

extjs6-beta-vitrine

“One framework to rule them all devices

Megalomania a parte o framework unificado (sencha touch e ExtJS desktopé uma das principais novidades da nova versão 6 do Framework JavaScript da Sencha o ExtJS, outros destaques que podem ser citados é o Sencha Pivot Grid que é um add-on para criar ferramentas analíticas e o Sencha JetBrains Plugins que deixará o desenvolvimento mais produtivo seguindo a tendência “Mudial” de abandonar o eclipse :'(, ou melhor, tentando ser menos polarizado e guardar o meu recalque de ter sido beta tester do plugin para eclipse … seguindo a tendência de empresas como o google que adotou o Android Studio (IntelliJ IDEA like)  como IDE oficial em detrimento ao plugin do eclipse, e agora heim? Ficou super isento não é verdade!?

Já tínhamos alguns sinais de que o frameworks iriam ser unificados em algum momento, sinais esses como:

  • A influência que o Sencha Touch no Arquitetura do ExtJS 4
  • As novidades que apareceram no lançamento do ExtJS 5 como características responsivas e temas otimizados para dispositivos de toque.
  • e também um breve desaquecimento das novidades do Sencha Touch depois da versão 2.3

Sendo assim é o que a comunidade de desenvolvedores Sencha Touch e ou ExtJS esperava como uma evolução natural da ferramenta e mesmo sabendo que são focos diferentes veio bem a calhar em um ambiente pós apocalíptico do mobilegeddon.

Eu tinha solicitado o acesso antecipado antes de sair o beta público e com os testes que fiz o framework me deixou realmente empolgado com essa nova versão, é claro que por se tratar de uma versão beta deve ser utilizada com moderação, sendo assim muita calma nessa hora e pense muitas vezes antes de usa-lo em seu ambiente de produção.

A listagem das demais melhorias e onde fazer o download da nova versão podem ser encontradas no link que segue:

Links

ENTIDV 2015: Encontro Nacional de Profissionais de TI com Deficiência Visual

maio 25th, 2015

Vitrine ENTIDV - Encontro Nacional de Profissionais de TI com deficiência Visual

O Encontro Nacional de Profissionais de TI com Deficiência Visual – ENTIDV é uma conferência nacional sem fins lucrativos focada em fomentar a discussão da preparação e inclusão destas pessoas no mercado de trabalho, a ser realizada durante o dia 29 de agosto de 2015, na cidade de São Paulo. O objetivo do evento é trazer para o mercado uma visão diferenciada sobre o dia-a-dia destes profissionais discutindo técnicas, ferramentas e práticas que visam o aumento da produtividade e da qualidade dos ambientes de trabalho em relação a acessibilidade. Contamos com assuntos técnicos, conceituais, práticos e acadêmicos.

Público Alvo

O evento tem como participantes, principalmente:

  • Desenvolvedores e Arquitetos de software
  • Analistas de Sistema, Negócios e de Suporte
  • Testadores e profissionais de Quality Assurance (QA)
  • DBAs e Administradores de Dados
  • Profissionais de Use Experience e Arquitetos de Informação
  • Empresários e Gerentes de tecnologia
  • Professores, Estudantes e demais interessados por Tecnologia e Acessibilidade

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