Tribo do C.I.

Só mais um blog de informática (só que não)

iOS 7: Esquema de cores remete a logo Clássica da Apple

julho 16th, 2013
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Cores do logo clássico versus ícones (clique para ampliar)

iOS 7 é completamente diferente de tudo que já foi feito na Apple, bem como as funcionalidades que foram introduzidas nos aplicativos antigos que foram remodelados, como prometido por Jony Ives. Muito mais vibrante esse esquema de cores foi feito das cores primárias e muito mais chapado e sem brilho. No entanto nem tudo convence.

Essa não é uma escola oficial da Apple, ela não nega nem admite, mais as cores usadas no iOS 7 pode ser remanescente do próprio logo Apple. Se você der uma olhada nas cores do arco-íris do logo clássico e nas cores do ícones dos aplicativos, vai notar uma similaridade.

Muita gente não gostou, assim como como não curtiu também a escolha da fonte que era muito fina Helvetica Neue Light e que dificultava a leitura, recentemente trocada por uma mais espessa a Helvetica Neue
regular.

E não para por aí.

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Produtos antigos versus ícones (clique para ampliar)

Outro fato interessante é o quão similar os novos ícones são com os produtos antigos tais como o iPod Touch, Mac Mini e Apple TV. Parece que a Apple vem desenhando na sua própria linha do tempo, do princípio até os dias de hoje com o seu novo firmware do iOS.

Mais aí o produto final é outro história, no artigo original o autor provoca o leitor perguntato o que nós achamos sobre o novo esquema de cores, e eu replico essa provocação a você, curtiu ou acha que é só mais uma viagem de LSD do Jony?

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LSD + Ivy = iOS 7 (Clique para ampliar)

É isso é tudo pe-pessoal.

Links:

iOS 7 Beta 2 Permite ensinar a SIRI como pronunciar Nomes

junho 27th, 2013

Teaching Mode - iOS 7 Beta 2, Siri

Siri, o software de reconhecimento de voz (ou fala) que veio no iPhone 4S, tem provado ser bem popular. No entanto isso não significa ser perfeito. Muitas pessoas acham que a Siri simplesmente não pronunciam os seus nomes corretamente.

Testes com o beta 2 do iOS 7 que finalmente você poderá ensinar a Siri como pronunciar o seu nome corretamente. É um processo pra todas as contas, no “teaching mode” a Siri pergunta como pronunciar seu nome corretament. Você então uma opção de escolha, para cada opção uma pronúncia para o seu nome. Selecionado a opção será a pronúncia que a Siri vai usar ao falar o seu nome.

Quando a Siri não consegue pronunciar o seu nome, ela pode te pedir para ensinar a pronúncia correta.

Ainda não é certo que essa funcionalidade sairá a tempo para o lançamento em setembro do iOS 7.

No Artigo Original finaliza perguntando ao leitor se essa novidade irá em uma tradução literal “lhe afetar” de alguma forma. Pra quem está no Brasil não vai mudar muita coisa, pois o serviço ainda não funciona nas terras tipiniquins, mais acho isso interessante, desde meu primeiro smartphone, o Motorola A1200, eu escrevia meu nome como Sebastião Rélson pra que ela pronunciasse como o “esperado”.

Como sempre aqui no Brasil não vai mudar muita coisa, mais se você de repente mora fora do país e é um usuário iOS poderá explorar essa característica com os seus contatos brazucas por exemplo, eu não entendi se isso vai se estender aos demais contatos da lista.

Links:

Review e-book: Bel Pesce – A Menina do Vale

setembro 24th, 2012

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Essa é a primeira postagem de uma nova série sobre a experiência de ler livros no formato ebook, por isso o nome review e não resenha, sendo assim, não será abordado o conteúdo, mas sim a diagramação, formatos em que foram disponibilisados bem como a facilidade de adquiri-lo no sentido de independência de outros aparelhos.

O Primeiro livro que li foi o “A Menina do Vale – Bel Pesce” que a princípio estava disponível somente no formato digital mais hoje é possível também compra-lo impresso.

Sobre o acesso ao livro já posso ressaltar aí um ponto positivo, pois consegui com facilidade baixar o livro diretamente do aparelho que é um IPhone 4, pelo endereço http://ameninadovale.com/versaoonline/ fui re-direcionado para o arquivo em PDF e assim facilmente adicionei o mesmo no iBooks.

O Livro está disponível somente em PDF, por isso eu tentei procurar serviços on-line de conversão para epub, e confesso que o resultado não foi muito interessante, a minha surpresa é que mesmo em PDF a experiência de le-lo em um dispositivo de tela relativamente pequena foi muito agradável, os parágrafos possui poucas colunas o que me permitia ler tanto com o dispositivo “em pé” no formato retrato quanto “deitado” que seria o formato “paisagem”.

Ainda a respeito sobre a facilidade de leitura, outro ponto importante, pelo menos no meu caso, é o nível de atenção que eu preciso dedicar pra conseguir fazer a leitura, ou seja, eu conseguia ler tanto em casa com todo mundo dormindo como também em pé no ônibus indo ou voltando do trabalho, lembro até de uma vez que quase perdi o ponto onde eu ia descer devido a tamanha imersão.

Sobre minha experiência de tentar ler livros digitais.

Pois bem, digamos que o “review” do livro “A menina do Vale” fica no parágrafo anterior, a partir de agora eu queria compartilhar um pouco da minha trajetória até ter uma experiência efetiva como a leitura de livros digitais.

A muito tempo que tenho feito incursões na tentativa de ler livros em dispositivos móveis, o que me remete a tempo imemoriais com meu A1200 da Motorola o meu primeiro smartphone o que mais me empolgou com esse modelo é que ele vinha com uma distribuição GNU/Linux o Montavista, o que renderia um outro artigo, mais o objetivo aqui é falar sobre os livros e não do Sistema Operacional.

As possibilidades eram inúmeras, passando por aplicativos Java Me para leitura até o próprio editor de textos do aparelho mais eu não sei dizer ao certo o que não virou, só sei que nunca consegui ler um livro até o final até então.

Esse texto já está ficando grande demais, vou deixar para abordar outros pontos a medida que for escrevendo sobre outras publicações.

Compartilhe você também a suas expectativas, impressões, ou porque não se a possibilidade de ler em dispositivos eletrônicos não existe. Um abrax e até a próxima.

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