Tribo do C.I.

Só mais um blog de informática (só que não)

Formulário com GeoLocalização

julho 24th, 2014

Obs: este artigo pode ser lido em inglês em: https://medium.com/@sheldonled/form-with-geolocation-7c9cc0936732

Todos os dias preenchemos algum formulário na internet, e sabemos o quão chato é! Por exemplo, porque sempre temos que preencher informações de endereço? Porque o computador não simplesmente “tem” minha localização Deus sabe como? Bom, com HTML5 GeoLocation a experiência do usuário pode ficar bem melhor. Através do HTML5 Geolocation temos as coordenadas geográficas, e através da API de Geocodificação Google conseguimos o restante da informação

Eu assisti a uma palestra sobre melhores práticas em Web Mobile, e aprendi que pode ser uma boa idéia preencher os dados de endereço do formulário usando geolocalização. Você pode aprender mais sobre HTML5 GeoLocation na MDN, e você vai ver que essa API só fornece as coordenadas geográficas. Você pode ver no Can I Use o suporte dos navegadores para GeoLocation, mas por questões de privacidade, o aparecerá uma pergunta ao usuário se ele permite fornecer sua localização, ou seja, o preenchimento automático vai depender do usuário.

Once you have the user’s Geographic Coordinates, you can send a request to Google Geocoding API to get the real information, like city, state and zip code. These informations could be wrong, so it’s important to let the input writable. The URL of Google API we’ll use is the Reverse Geocoding, and it’s like that:

Uma vez que você tem as coordenadas geográficas do usuário, você pode mandar uma requisição à API Google de Geocodificação, para pegar as informações reais, como cidade, estado e cep. Estas informações podem vir erradas, então é importante deixar o input editável. A URL da API Google que vamos usar é a Geocodificação Reversa, e é mais ou menos assim:

http://maps.googleapis.com/maps/api/geocode/json?latlng=<latitude>,<longitude>

A e devem ser substituidas por números reais, tipo assim:

http://maps.googleapis.com/maps/api/geocode/json?latlng=37.4319075,-122.137884

Bom, “talk is cheap show me the code”, Eu fiz um exemplo prático de como você pode usar isso no seu formulário:

See the Pen shoeH by Sheldon Led (@sheldonled) on CodePen.

 

Agora, Eu só quero que todo mundo (até eu) comece a usar isso porque é uma boa melhoria e economiza tempo.
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Google deixa MySQL e adota o MariaDB

setembro 16th, 2013

MariaDB e MySQL LogoPor vingança ou não, essa migração em massa definitivamente terá um impacto negativo no Banco de Dados relacional da Oracle.

A Primeira Lei da termodinâmica é bem simples, a energia não pode ser destruída, mais sim transformada de uma forma para outra. E no mundo dos negócios essa lei também se aplica: uma empresa que vacila pode ter o troco algum dia.

O que nunca será o motivo oficial pelo qual o mecanismo de busca do Google está migrando todo sistema no banco de dados relacional da Oracle para o MariaDB fork do MySQL, no entanto o efeito colateral contra a Oracle são óbvias.

Afinal de contas a Oracle gastou muito tempo em ações legais nos últimos anos contra a Oracle alegando quebra de Diretos Autorais em partes do código Java no Sistema Operacional da Google o Android. Incluindo 37 APIs na linguagem de Programação Java. O casos foram todos jugados a favor do Google, mais ainda continua em apelação e o Google aparentemente é difícil de esquecer.

A revelação que o Google está migrando do MySQL para o MariaDB veio do Engenheiro Senior do Google Jeremy Cole em apresetação na conferência Extremely Large Database da Universidade de Stanford na semana passada.

De acordo com o The Register, Jeremy Cole revelou durante a apresentação que o Google está trabalhando com a fundação MariaDB para atualizar com patchs ( remendos) o MariaDB 10.0 para que ele esteja pronto para migração de centenas de instancias do MySQL para o MariaDB.

“No momento estamos rodando principalmente no (MySQL) 5.1 que é um pouco desatualizado e então mudaremos para o MariaDB 10.0”, disse Jeremy…

O Google depois confirma em nota o plano de migração para o The Register.

O time de MySQL da Google está em processo de mover os usuários internos do MySQL no Google do MysQL 5.1 para MariaDB 10.0. O time de MySQL da Google e o Time SkySQL MariaDB olha a frente para trabalhar junto e avançar com a confiabilidade e os recursos do MariaDB.

Aparentemente os movimentos para a migração começou no início do ano, vestígios de que isso estava acontecendo só apareceram nos últimos 2 meses, quando o Google delegou um engenheiro para trabalhar integralmente para a fundação MariaDB.

Na época desse movimento, as especulações focavam no Google estava tentando fortalecer o MariaDB com o objetivo de manter a diversidade com o comunidade do MySQL ainda viva. Desde que a Oracle tomou o controle do Banco de Dados MySQL em 2010 quando comprou a Sun Microsystems, a comunidade do Banco de dados MyQL tem reclamado que a Oracle tem colocado algum trabalho técnico para para o banco de dados open-source, mais tem deixado poucas contribuições de fora da Oracle entrar no código base do MySQL.

Esses usuários frustrados do MySQL que desejam ver essas mudanças colocada na linha de frente do desenvolvimento do MySQL (conhecido como o “trunk”) bem como todas as mudanças técnicas dentro do MySQL dependentes dos caprichos da Oracle.

Tópicos na apresentação de Jeremy expõe a sua ( e aparentemente também a do Google) posição em relação ao Oracle MySQL:

Continua a fazer um bom desenvolvimento, no entanto sem muita visibilidade pública até o lançamento.

Bugs ignorados, feedback, comunicação com a comunidade. 

Essa falta de participação da comunidade em grande parte é devido o criador do MySQL Monty Widenius ter feito um fork o projeto MariaDB se distanciando do MySQL: para dar aos usuários do MySQL uma versão do banco de dados onde muitos podem contribuir.

Segundo Jeremy, o Google irá migrar especificamente para um branch interno do MariaDB 10.0, em que incorpora algumas mudanças específicas do Google, que equivalente ao MySQL 5.6. Esse não é de fato um fork, embora, ainda continuará mantendo o relacionamento de compartilhamento de código com o trunk do MariaDB. Jeremy contou a platéia que o Google agindo dessa forma ainda mantém o controle absoluto do desenvolvimento do branch do MariaDB.

Todos esses são perfeitamente motivos válidos para o Google se distanciar do MySQL em que se vê um claro declínio de toda base de usuários desde que o Oracle tomou de conta do projeto.

Embora seja fácil de sugerir que essa migração em massa do MySQL para o MariaDB é algum tipo de troco para Oracle, a verdade provavelmente está no tratamento da Oracle com a comunidade MySQL – A Oracle tem construído a sua cama de espinhos com a comunidade do MySQL e agora tem que deitar nela. Essa migração em massa de centenas de servidores MySQL vai fazer com que futuro e atuais clientes do MySQL de uma boa olhada em alternativas como o MariaDB.

Fonte: ReadWrite, via The Code Project

 

Replicant: Um Android totalmente livre

julho 27th, 2013

logo replicant osA FSF esta promovendo uma iniciativa de levantamento de recursos para uma distribuição do Android totalmente livre e o primeiro Sistema Operacional (SO) a rodar sem nenhum código proprietário. Replicant é um pequeno time de desenvolvedores voluntários focado em melhora o seus SO, enquanto expande pra que funcione em mais dispositivos.  As doações a priori serão usada para comprar novos dispositivos para desenvolvimento e teste – um necessidade critica – mais ajuda na infraestrutura para promover o projeto.

A aquisições anteriores e doação para o projeto já possibilitaram a aquisição de um Galaxy Tab e foi usado para implementar o suporte a tablets, mais a adição de novos aparelhos precisa de algo entre 400 e 600 dólares só para o custeio do hardware, ou seja, cada dispositivos obtido nesse levantamento de fundos prover a centenas de outros usuários desses dispositivos a rodarem um SO móvel livre pela primeira vez.

Enquanto que a maioria dos Androids já são Software Livre, algumas manufaturas de aparelho distribui o SO como algumas partes chaves não livre. Essa parte é a camada do Android que comunica com o hardware do telefone ou tablet, tais como os chips wifi e bluetooth. Ainda, todo aparelho Android disponível já vem pré-instalado uma variedade de aplicações proprietárias rodando em cima do Sistema Operacional. O Replicant procurará prove as mesmas funcionalidade utilizando somente Software Livre.

Os usuários tem uma suíte completa de software livre otimizadas para dispositivos móveis ao alcance dos dedos pelo F-Droid, o repositório padrão do Replicant. F-Droid não é apenas para o Replicaint, ele funciona para todos os Sistemas Baseados no Android e a FSF recomenda como substituto ao Google Play Store.

Você pode conferir o post completo na página da Free Software Foundation onde explica sobre as implicações de Liberdade do projeto e se você também é um Fã de Blade Runner saberia que essa na verdade é um Nexus 6 😀

Links:

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